A administração dos bens da Igreja deve reflectir os valores do Evangelho. “Que tudo seja feito com decência e ordem” (1 Cor 14, 40). A transparência na gestão dos recursos é um aspecto fundamental e indispensável para garantir a confiança dos fiéis e para assegurar que os bens da Igreja sejam usados para servir o bem comum.
O Código de Direito Canônico orienta que os bens eclesiásticos sejam administrados “com a diligência de um bom pai de família” (cân. 1284). Por isso, é essencial que cada paróquia e instituição da Igreja tenha normas claras de funcionamento, prestação de contas regulares e auditorias periódicas. A boa gestão não é apenas uma questão administrativa, mas uma expressão da nossa responsabilidade social, ética e moral.
Nota pastoral dos Bispos Católicos de Moçambique
sobre a autossustentabilidade da Igreja Católica em Moçambique