Dom Constantino critica o uso sem discernimento das tecnologias
O Bispo de Caia e Administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira, Dom António Constantino, falava na Sexta-feira, 28 de Agosto, na missa por ocasião da celebração do Dia de Santo Agostinho, Padroeiro da Universidade Católica de Moçambique, evento que decorreu na Faculdade de Ciências de Saúde, cidade da Beira.
Rogério Maduca – Beira
Segundo Dom Constantino, vivemos numa época em que a quantidade de informação é extraordinária, mas falta a sabedoria e discernimento, principalmente no uso de tecnologias, como o caso da Inteligência Artificial. O Prelado criticou também o mau uso de redes sociais, algo que pode aumentar a superficialidade das relações, por isso defendeu a necessidade de homens e mulheres que pensam criticamente e defendem a dignidade humana.
A defesa da dignidade humana colocada em causa em Moçambique, e o Bispo descreve, um país jovem, com riquezas humanas e naturais, mas, com feridas profundas, destacando os desafios económicos e sociais como, a pobreza, o desemprego, as desigualdades, a corrupção, entre outros. Diante desta realidade, o prelado diz que, a Universidade Católica não pode ser uma ilha de conhecimento, num oceano de sofrimento.
Neste ano, as celebrações do dia do Padroeiro da Universidade Católica de Moçambique, decorreram sob o lema “Ética e Formação da Consciência Humana em Santo Agostinho”. Com missas e palestras em todas as unidades orgânicas desta instituição de ensino superior. Na cidade da Beira, a palestra teve como orador, o Padre Dávio do Rosário. Participaram desta cerimónia, membros de direcção da UCM, colaboradores e estudantes.
Dom Constantino critica o uso sem discernimento das tecnologias
O Bispo de Caia e Administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira, Dom António Constantino, falava na Sexta-feira, 28 de Agosto, na missa por ocasião da celebração do Dia de Santo Agostinho, Padroeiro da Universidade Católica de Moçambique, evento que decorreu na Faculdade de Ciências de Saúde, cidade da Beira.
Rogério Maduca – Beira
Segundo Dom Constantino, vivemos numa época em que a quantidade de informação é extraordinária, mas falta a sabedoria e discernimento, principalmente no uso de tecnologias, como o caso da Inteligência Artificial. O Prelado criticou também o mau uso de redes sociais, algo que pode aumentar a superficialidade das relações, por isso defendeu a necessidade de homens e mulheres que pensam criticamente e defendem a dignidade humana.
A defesa da dignidade humana colocada em causa em Moçambique, e o Bispo descreve, um país jovem, com riquezas humanas e naturais, mas, com feridas profundas, destacando os desafios económicos e sociais como, a pobreza, o desemprego, as desigualdades, a corrupção, entre outros. Diante desta realidade, o prelado diz que, a Universidade Católica não pode ser uma ilha de conhecimento, num oceano de sofrimento.
Neste ano, as celebrações do dia do Padroeiro da Universidade Católica de Moçambique, decorreram sob o lema “Ética e Formação da Consciência Humana em Santo Agostinho”. Com missas e palestras em todas as unidades orgânicas desta instituição de ensino superior. Na cidade da Beira, a palestra teve como orador, o Padre Dávio do Rosário. Participaram desta cerimónia, membros de direcção da UCM, colaboradores e estudantes.