HOMILIA DE DOM ANTÓNIO CONSTANTINO, M.C.C.J
Queridos irmãos e irmãs, ao Colégio dos Consultores, reverendíssimos sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas, Sua Excelência, Sr. Secretário de Estado da província de Sofala, Sua Excelência, Sr. Governador da província de Sofala, Esma Senhora Presidente da Assembleia Provincial, Excelentíssimo Sr. Presidente do Conselho Municipal da Cidade da Baia, distintas autoridades aqui presentes, querido povo de Deus que peregrina na arquidiocese da Baia, celebramos hoje um momento singular na história desta igreja particular.
Não se trata apenas da apresentação de um administrador apostólico, é um momento de graça no qual somos chamados a renovar a nossa confiança em Jesus Cristo, o bom pastor, que nunca abandona o seu rebanho. Contudo, não podemos iniciar esta celebração sem recordar que hoje faz um mês que esta arquidiocese foi profundamente marcada pelo bárbaro assassinato do seu pastor, Dom Osório Citora Afonso, que era o vosso administrador apostólico. Ainda sentimos a dor da sua ausência.
Ainda permanecem muitas perguntas, mas a nossa fé ensina-nos que a violência nunca, nunca terá a última palavra. A cruz nunca é o fim. A última palavra pertence sempre a Cristo ressuscitado.
Elevemos ao Senhor uma oração de gratidão pela vida e pelo ministério de Dom Osório. Que o bom pastor o acolha na glória eterna e faça da sua memória uma semente de comunhão, de esperança e de renovado compromisso cristão. Peço a todos de ficarem de pé.
Dá-lhe, Senhor, o eterno descanso. Que descanse em paz.
Dá-lhe, Senhor, o eterno descanso. Que descanse em paz.
Dá-lhe, Senhor, o eterno descanso. Que descanse em paz.
Também eu regresso hoje a esta Arquidiocese com profunda emoção, como vês. Durante vários anos tive a graça de servir a esta igreja como bispo auxiliar. Aqui aprendi muito sobre o ministério episcopal.
Aqui caminhei convosco. Aqui conheci a riqueza da fé do nosso povo. No dia 23 de dezembro de 2025, o Santo Padre enviou-me para servir a Diocese de Caia.
Nunca, nunca mesmo imaginei que a providência de Deus me faria regressar nessas circunstâncias. Regresso com temor e, às vezes, também com… não digo outra palavra.
Deixo para o Senhor. Acho, vamos cantar aquilo, não sei se vão conhecer eu. Comecem lá, por favor. Comecem lá. …
Irmãos, não volto como um estranho. Volto como vosso irmão.
E convosco, queremos dar início a esta nova etapa. As leituras proclamadas neste domingo iluminam admiravelmente esta missão. Um rei humilde anunciado por Zacarias.
O profeta Zacarias anuncia um rei diferente dos reis deste mundo. Israel esperava um libertador poderoso. Deus envia um rei humilde.
Não vem montado num cavalo de guerra. Vem montado num jumento. Não impõe pela força, conquista pelo amor.
Esta profecia realiza-se plenamente em Jesus Cristo. Também o Ministério Episcopal deve inspirar-se neste modelo. Na Igreja, queridos irmãos e irmãs, autoridade não é privilégio.
É serviço. Todos aqueles que ocupam uma autoridade na Igreja, é serviço. Não é privilégio.
Isso temos que aprender todos. O pastor caminha à frente para indicar o caminho, no meio para fortalecer a comunhão e atrás para acompanhar os mais frágeis. Recordo aqui as palavras de Santo Agostinho, que tanto gosto delas. “Para vós sou um bispo. Convosco sou cristão”. O primeiro nome indica um dever. O segundo, uma graça. Estas palavras acompanham-me particularmente neste dia. Uma Igreja guiada pelo Espírito.
São Paulo afirma. Vós não estais sob o domínio da carne, mas do Espírito. A carne representa uma existência fechada sobre si mesma, marcada pelo egoísmo, pela ambição, pelas rivalidades e pelo pecado.
O Espírito gera homens novos e livres, libertos. Gera comunidades novas. Gera uma Igreja renovada.
Talvez o Espírito esteja hoje a dizer a Criança da Beira Não basta organizar estruturas. Não basta preencher cargos ou ambicionar cargos. Não basta retomar atividades.
É necessário renovar o coração. O nosso coração. Vosso e meu.
Como Igreja. Todos juntos. As crises tornam-se fecundas quando produzem conversão.
E nós, como Igreja Moçambicana, entramos nesta crise. A morte do meu irmão do Osório trouxe-nos uma outra realidade de uma Igreja que precisamos entrar por caminho de conversão. Este pode ser o verdadeiro Cairos um tempo apropriado para um novo começo.
Chegou o tempo de abandonar toda a duplicidade espiritual. Toda a incoerência entre a fé professada e a vida vivida. Toda a tentação de procurar seguranças em práticas incompatíveis com o Evangelho.
Não podemos continuar a viver com um pé na Igreja e o outro em práticas que negam a confiança absoluta em Cristo. Não podemos participar na Eucaristia e ao mesmo tempo alimentar o coração com medo, com superstição, adivinhação ou outras práticas que obscurecem a beleza do Evangelho. O Evangelho liberta-nos.
A todos nós. Cristo basta. Repito. Cristo basta. É Ele a nossa barca segura. É Ele que nos conduz ao Pai e nada mais.
Nada mais, queridos irmãos. É aqui onde nós devemos olhar dentro de nós. E ao mesmo tempo chegou a hora de ultrapassarmos um cristianismo apenas exterior.
As nossas celebrações devem ser belas. É verdade. Como estamos a fazer hoje.
Apesar num contexto doloroso. Repito, num contexto um pouco doloroso. Devem ser dignas e participadas.
Mas a liturgia só atinge a sua plenitude quando transforma a vida. Como ensina o Concílio Vaticano II. Ela é a fonte e o cume de toda a vida da Igreja.
E de cada um de nós aqui. É precisamente nesse contexto que ressoa com grande atualidade a mensagem do Segundo Sino do Especial para a África, cuja reflexão foi sintetizada na Exortação Apostólica África Munoz. Os Padres Sinodais recordaram que a Igreja em África só poderá ser verdadeiramente sal da terra e luz do mundo se for antes de tudo uma Igreja reconciliada com Deus, reconciliada consigo mesmo e reconciliada entre os seus filhos.
E entre os seus filhos estamos todos nós aqui presentes. Pertencemos a essa Igreja. Essas palavras parecem escritas para nós e é verdade.
Volto a repetir, depois da dolorosa perda do nosso pastor, o Senhor não nos pede que permaneçamos prisioneiros da tristeza, do medo ou da desconfiança. Chama-nos a ser atrizãos da reconciliação. Não haverá paz duradoura sem perdão e sem terminar com as ambições que nos escravizam.
Não haverá renovação pastoral sem conversão espiritual. Não haverá futuro para uma diocese ou arquidiocese também como nossa, se a profunda renovação da nossa vida em Cristo. Que esta aprovação não se transforme, pela graça de Deus, um novo Pentecoste para esta Igreja particular, a nossa Igreja.
Jesus, no Evangelho, faz um convite profundo e consolador. Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos. Quantos corações cansados existem hoje na nossa diocese ou arquidiocese?
Cansados pela violência, cansados pela pobreza, cansados pelas divisões, cansados pelas incertezas. Cristo não promete uma vida sem cruz. Promete caminhar connosco.
E Cristo caminha connosco. Como recorda o Papa Leão XIV, a esperança não é a fuga da realidade, mas a certeza de que Cristo recitado continua presente na história e nunca abandona o seu povo. Esta é a nossa esperança, todos nós.
E esta é a esperança que hoje queremos renovar nesta Celebração Eucarística. Caminhamos juntos. Irmãos, caminhamos juntos.
Ao iniciar este serviço, não apresento um programa pessoal. Gostaria apenas de indicar cinco prioridades para a nossa arquidiocese. Colocar Cristo no centro da vida e da pastoral.
Porque é ele que nos guia. Fortalecer a comunhão entre bispos, sacerdotes, consagrados e leigos. Isto é, respeitar os munos de cada um.
É assim. Renovar a vida espiritual através da palavra de Deus, da Eucaristia e da oração. Investir seriamente na formação das nossas famílias, dos jovens e das vocações.
E construir uma igreja missionária, reconciliada, sinodal, esse legado que o Papa Francisco nos deixou, e próxima dos pobres. Estas cinco prioridades, irmãos, faremos todos juntos para dar continuidade já ao caminho que a arquidiocese percorre. O nosso querido Dom Claúdio Dalla Zuanna nos deixou o legado, o nosso querido pastor também, Dom Osório, deu a continuidade em pouco tempo e eu vou dar continuidade a este legado.
Aliás, estive aqui quatro anos convosco, conheço bem. Não vão me enganar, irmãos. Não vão me enganar. Não vão me enganar. Então, percorremos juntos. Os últimos quatro anos com Dom Claúdio fizemos.
E o nosso jubileu foi um jubileu de esperança e temos frutos e esses frutos devemos escolher. Iremos escolher juntos até que Deus quiser. Queridos irmãos e irmãs, não escolhemos o tempo em que vivemos, mas podemos escolher a forma como o vivemos.
Podemos deixar-nos dominar pelo médio ou deixar-nos conduzir pelo espírito. Acredito firmemente que Deus continua a escrever a história da arquidiocese da Beira. Escreva com a fidelidade do seu povo.
Ao iniciar esse ministério, faço minhas palavras de São Paulo. Eu sei em que pus a minha confiança. Peço-vos apenas uma coisa.
Rezai por mim. Rezai. Não é fácil estar em Caia, numa diocese que está a iniciar, cair e dar os primeiros passos e depois vir para conduzir uma Arquidiocese que tem já um percurso.
Mas com o Senhor tudo poderá acontecer. Rezai para que eu seja um servidor humilde, um instrumento de comunhão. Não estou aqui para dividir a igreja.
Digo veramente. Um pastor segundo o coração de Cristo. Estamos aqui para caminhar.
Rezamos também para que o Senhor ilumine o Santo Padre, Papa Leão XIV, para que no tempo oportuno conceda à nossa Arquidiocese um novo arcebispo segundo o coração de Deus. Eu sou apenas administrador apostólico. Mas não há outra coisa.
Não vamos inventar os títulos. Estou aqui para administrar somente como administrador apostólico e de transição. Enquanto aguardamos esse dia que o Santo Padre irá iniciar a vinda do novo arcebispo, preparemos o caminho, construindo uma igreja cada vez mais unida, primeiro, reconciliada, santa, missionária.
Confiemos também este caminho à proteção da bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora do Rosário e padroeira desta Arquidiocese da Beira. Que ela nos ensine a guardar a fé, a fortalecer a esperança, a viver a caridade. E que a memória do nosso querido Dom Osório continue a inspirar-nos a servir Cristo até dar a vida.
SAUDAÇÃO FINAL DE DOM ANTÓNIO CONSTANTINO, M.C.C.J
Não sei se o coro sabe cantar, porque nós temos agora a perguntar. Então, vamos iniciar. Já sei que alguns sabem, alguns não sabem. Então, os que sabem vão cantar. Os que não sabem vão escutar. …
Foi aqui que cresci, no Ministério Episcopal.
Foi aqui que partilhei convosco alegrias, desafios, esperanças, preocupações. Foi aqui que aprendi ainda mais amar este povo de Deus. Foi aqui também que eu aprendi que este povo de Deus é generoso.
Porque no dia que fui para Caia, muitos foram e muitos acompanharam e recebi muitos bens. Muito obrigado Tawonga Takuta, porque acompanharam para lá. Fui enviado para servir como primeiro bispo da diocese de Caia, partindo e levando comigo também uma enorme gratidão por esta igreja que sempre considerei a minha família espiritual.
Porque aqui nasci também. Jamais, jamais poderia imaginar que a providência de Deus me chamaria novamente para regressar agora nessas circunstâncias ainda tão dolorosas. Digo tão dolorosas, porque faço com o coração marcado pela memória do nosso querido pastor, irmão e amigo.
Porque Osório era um grande amigo meu. Volto a dizer, porque ouvia, dizia, ouvia, ouvia dizer, mas volto a dizer publicamente. Além de ser bispo, irmão no episcopado, também éramos amigos. Os que conheciam, sabiam. Então, vocês veem quando alguém diz vai naquele lugar onde o teu amigo esteve. Já vem aqui. Que situação é esta? Mas temos que obedecer. Ao Papa se obedece.
Convido-vos a conservar a viva memória na oração e na gratidão deste grande pastor. Que o Senhor rico e misericórdia lhe conceda o descanso eterno e recompensa abundantemente a dedicação com que serviu neste pouco tempo Arquidiocese. E a melhor homenagem, queridos irmãos, lhe podemos prestar será permanecermos unidos.
Fortalecendo a comunhão, continuando com o renovado ardor, a missão que ele abraçou com generosidade. Fazendo tesouro essas três palavras que eu quero exprimir-me. Conversão de todos nós, reconciliação e purificação.
Conversão, reconciliação e purificação. Dirijo uma palavra de sincero agradecimento às autoridades do Estado pela honrosa presença nesta celebração. A vossa participação manifesta a preço pela missão da Igreja da Sociedade.
Como igreja católica nesta igreja local, continuará a colaborar com a realidade com o espírito de diálogo com as instituições públicas para juntos promovermos a dignidade humana. Estou consciente que cada instituição possui a sua missão, também a sua autonomia. Mas juntos colaboremos.
Aos sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas e fiéis, leigos, dirijo um apelo fraterno. Caminhemos juntos. Esta diocese não é de Dom António Constantino. É Deus que nos deu. Caminhemos juntos.
Este não é o tempo para divisões, desânimos, desconfianças e lamentações. É tempo de fortalecer a nossa comunhão, aprofundar a nossa vida espiritual, renovar o entusiasmo missionário e testemunhar com alegria a nossa fé de serem católicos à esperança também e na esperança que nasce de Cristo recitado. Convido a toda arquidiocese a viver este tempo como um verdadeiro tempo de graça.
A missão em que hoje me é confiada é, por natureza, transitória. Sublinhemos a palavra transitória. Por isso, peço-vos que acompanhem este caminho com a vossa oração, a vossa colaboração e a vossa comunhão eclesial.
Rezemos para que o Senhor possa iluminar ao Santo Padre Leão XIV para que no tempo que a sua sabedoria e providência de Deus lugar oportuno envie-nos um novo arcebispo para esta amada arquidiocese da Africa. Enquanto aguardamos esse momento, preparemos-mos espiritualmente, construindo uma igreja cada vez mais unida. Volto a repetir-se, união.
União. Para que este novo pastor, quando vier, encontre-nos com uma comunidade viva, madura, comprometida no evangelho. Quero também dizer que não vou viver na Beira.
A minha diocese está em Caia. Vou viver em Caia. Aqui virei de comboio, virei de outras coisas para poder-vos ajudar. Mas a minha casa é Caia. Também quero dizer aqui. Porque vão procurar onde? Não, não, não. Eu sou bispo da diocese de Caia, Administrador Apostólico da diocese da Beira. Eu pedi mesmo isto.
Então, aí será a minha casa. Estarei aqui, vindo, colaborando convosco e ajudando-vos a preparar este tempo. Então, quando vocês verem que não estou aqui, não fugir.
Porque a minha casa é lá, onde estou a iniciar. Não posso abandonar os meus filhos caindo na piscina de leite. Não vou abandonar.
Então, confiemos a esta diocese a proteção da bem-aventurada Virgem Maria, a Nossa Senhora de Rosário, a Nossa Padroeira, que ela interceda por nós, fortaleça a nossa esperança e nos ensina a permanecer sempre fiéis ao seu filho. Muito obrigado pela vossa presença, pela vossa amizade, pela vossa confiança, pelas vossas orações. E quero agradecer também aos meios de comunicação que estão aqui.
Muito obrigado pelo vosso trabalho e serviço. Comuniquem bem, informem bem, com ética e ideologia. Nada de manipular as minhas palavras.
Então, que Deus abençoe a diocese da Beira, a nossa província de Sofala, a diocese de Caia e todo o nosso querido Moçambique e conceda a todos nós o dom precioso da paz. Muito obrigado a todos. Muito obrigado e caminhemos nos mesmos.
Neste momento, como serviço de administrador apostólico, convido ao padre Bonifácio para ler um decreto que faz parte da minha missão. Muito obrigado.
DECRETO: PADRE LUÍS BONIFÁCIO CARVALHO CONDE
Dom António Manoel Bugaio Constantino, por mercê de Deus e da sede apostólica administrador apostólico da Beira. Decreto. A todos os que este decreto virem saúde, paz e bênção em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
Considerando que para governar esta circunscrição eclesiástica em regime de sede vacante havia sido nomeado como administrador apostólico o excelentíssimo e reverendíssimo Dom Osório Sitora Afonso Bispo de Quelimane, estando novamente vacante esta mesma sede devido à trágica e lamentável morte do supracitado nomeado Administrador Apostólico considerando que por decreto de 11 de junho de 2026 fomos nomeados pelo Santo Padre como Administrador Apostólico para prover o governo desta arquidiocese até a tomada de posse de novo arcebispo, tendo em conta as prescrições dos Cánones 481 § 1º 501 § 2º 513 § 2º do Código de Direito Canónico e as orientações do diretório para o Ministério Pastoral dos Bispos Apostolorum Sucessores nº 244, pelo presente decreto determinamos nos termos do direito cessando as funções do vigário-geral por força da sede vacante, nomeamos o reverendo Padre Silvio Cirico Francisco Anovo como delegado ad omnia com as faculdades necessárias para a administração corrente da arquidiocese agindo em sintonia com este administrador apostólico.
Confirmamos nos seus cargos o chanceler episcopal, o ecónomo diocesano, e o vigário judicial, bem como os demais titulares de cargos da cúria que mantém as suas competências de faculdades para assegurar a continuidade administrativa.
Com a cessação do Conselho Presbiteral, as suas funções passam a ser integralmente desempenhadas pelo Colégio de Consultores, constituído pelos seguintes membros: Padre Silvio Anovo, Padre Marcos Mubango, Padre Jeremias Martins, Padre Maurízio Bolzon, Padre Timóteo Bationo, Padre Benjamim Pereira, Padre Tomé Canfoce, Frei José Juma Manoel, Padre Meque Macumo e Padre Luís Bonifácio Carvalho Conde.
Mantém-se em funções o Conselho Diocesano para os Assuntos Econômicos sob a nossa
Presidência, constituído pelos seguintes membros: Padre Luís Bonifácio Carvalho Conde, Padre Maurízio Bolzon, Padre Marcos Mubango, Padre Joaquim Macuire, Padre Tomé Canfoce, Irmão Ivo Pavão, Irmã Teodora Vasco Francisco, Senhor Armindo Tambo, Senhora Varda Karabam, Senhora Zulema Monteiro, Senhor Manuel Gravata, Senhor Tureva Vurande e Senhor Francisco Sabia.
Declara-se cessado o Conselho Pastoral Diocesano.
Na celebração da Santa Missa e na Liturgia das Horas em toda Arquidiocese deve-se fazer memória deste administrador apostólico utilizando a fórmula prevista para o efeito Este decreto entra em vigor na data da sua assinatura comunique-se publique-se e arquive-se .
Dado na Sede Episcopal da Beira aos 3 de julho de 2026, festa de São Tomé Apóstolo
O administrador apostólico da Beira Dom António Manuel Bugaio Constantino
por mandato de sua Excelência Reverendíssima
Padre Bonifácio Conde Chanceler da Curia